quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Nova coordenação no Grupo Anjos da Vida

Foi apresentada na noite desta terça-feira, 11 de outubro, durante reunião do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção Anjos da Vida, a nova coordenadora da entidade. A psicóloga Rita de Cássia Valério assume no lugar da advogada Cristina Machado Bitencourt, que sai para assumir cargo na Secretaria de Desenvolvimento Regional - SDR, de Itajaí.

Rita, que já participava do grupo, estará na coordenação com responsabilidade de manter, ao lado do presidene Rolf Hornburg e do vice Jean Marcos Gonçalves do Nascimento, o grupo como um dos melhores e mais bem estruturados do Brasil. O GEAA Anjos da Vida já formou perto de cem pessoas, entre casais e solteiros, no Curso de Postulantes à Adoção. Em 2012, a direção tem a tarefa de promover o Encontro de Grupos de Adoção, que deverá contar com mais de 500 participantes em evento que acontecerá em Balneário Camboriú.

Na foto, Rita, Rolf e Jean Marcos, nesta terça-feira (11/10/11).


Assessoria de Imprensa
GEAA Anjos da Vida
Jornalista Silvia Bomm
DRT 3930-JP/PR

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Deu no Blog....................

"Eu acho ótimo todo esse processo para os postulantes, é necessário conhecer os pais antes da adoção, e os pais devem se preparar para uma futura adoção. Infelizmente vemos diariamente casos de adoção ilegais, uma pena para pessoas, como eu, que estão na fila, cumprindo a lei e esperando nosso filho... se todos cumprissem a lei, a fila andaria mais rápido e isso seria muito positivo primeiramente para as crianças!"

Brasil tem 4.856 crianças à espera de adoção



Os dados são do último dia 31 de agosto e mostram um leve crescimento na quantidade de crianças que precisam de um novo lar, já que o levantamento de julho apontou 4.760 crianças disponíveis para adoção naquele mês. O número de pretendentes também apresentou leve aumento, segundo o cadastro: passou de 27.264 cadastrados em julho para 27.478 em agosto.

Política pública

Para a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, o cadastro é importante porque contribui para o desenvolvimento de uma política pública “inigualável”, que permite a adoção.  De acordo ainda com os dados das crianças e adolescentes aptas para adoção, 2.133 são do sexo feminino e 2.723 pertencem ao sexo masculino.

O Estado que mais concentra crianças e jovens é São Paulo, com 1.288 do total. Na sequência, estão o Rio Grande do Sul (792), Minas Gerais (573), Paraná (501) e Rio de Janeiro (369).

Das crianças e adolescentes inscritas no CNA, 3.749 têm irmãos. Desses, 112 têm irmão gêmeo. Quanto à raça, a maioria é parda (2.230). Em seguida, estão as crianças e adolescentes da cor branca (1.656), negra (907), amarela (35) e indígena (28). Para o juiz auxiliar da Corregedoria, Nicolau Lupianhes Neto, o CNA representa ótima ferramenta para os operadores da área do Direito da infancia-e-juventude. “Contribui para que os melhores interesses das crianças e adolescentes sejam efetivados e garantidos.

O aumento do número de crianças e de pretendentes vem mostrar que o cadastro está se fortalecendo dia a dia e sendo utilizado, como sempre deve ser, com mais frequência pelos Juízes e demais operadores na área”, afirma o juiz auxiliar.

Pretendentes

Conforme as informações do cadastro do CNJ, o perfil exigido pelos pretendentes continua a ser o grande entrave para a adoção dessas crianças. Dos interessados em adotar, apenas 585 declararam aceitar somente crianças da raça negra. Afirmaram aceitar somente crianças brancas 10.173 dos adotantes; e somente crianças da raça parda, 1.537.

Aqueles que se manifestaram indiferentes à raça somam apenas 9.137.  Os pretendentes também deixaram claro o desinteresse em adotar crianças com irmãos. “Trata-se de preferência que temos que trabalhar para mostrar aos pretendentes que tal perfil não significa maior efetividade do vínculo que se irá estabelecer com a adoção. Já sentimos melhora, mas muito ainda deverá ser feito por todos que devem garantir os direitos das crianças e adolescentes”, declara o juiz Lupianhes Neto.

De acordo com o CNA, 22.702 inscritos manifestaram o desejo por apenas uma criança. O número de interessados em adotar até duas crianças cai para 4.461.  Quanto ao perfil dos pretendentes, 6.704 têm filhos biológicos e outros 2.702 possuem filhos adotivos. A maior parte tem entre 41 a 51 anos de idade (10.654 do total). Também, de acordo com o CNA, a maior parte dos interessados tem renda de três a cinco salários mínimos (6.583).

Fonte: Agência CNJ de Notícias

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Casal é destituído do poder familiar de filhos adotivos e condenado a indenizá-los

 O casal teria intenção de devolver um dos filhos após 6 anos da adoção

A 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC) condenou pais adotivos a perda do poder familiar concedido a pais adotivos em relação a um casal de irmãos biológicos. O casal foi condenado ainda ao pagamento de danos morais aos irmãos adotados.

Caso – Após seis anos de concluída adoção dupla de irmãos, o casal adotante procurou a assistente social informando que estaria com dificuldades no relacionamento com o filho adotivo mais velho, tendo interesse em abrir mão do poder familiar sobre ele.

Diante dos fatos, uma equipe multidisciplinar passou a analisar o caso, sendo constatado pela assistente social, que os pais adotivos mantinham atitudes discriminatórias em relação ao menino adotado, deixando de lhe assegurar os direitos previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

Segundo o laudo, o menino era tratado diferentemente da irmã, também adotada, e do filho biológico, afirmando ainda que o filho biológico estudava em escola particular, os adotivos cursaram escola pública.

Na conclusão da psicóloga que também acompanhou o processo, o casal estaria despreparado para assumir os filhos adotivos, por não possuir ambiente favorável ao crescimento saudável dos menores, sendo enfatizado que o menino afirmou que era sempre ofendido e obrigado a lavar os lençóis que usava.

Testemunhos dos vizinhos afirmavam ainda que o casal, e principalmente a mãe, agredia verbalmente a criança e a discriminava perante os outros.

Diante dos fatos o juízo da comarca do Vale do Itajaí, determinou a perda do pode familiar concedido aos pais adotivos de ambos os irmãos, bem como, condenou o casal ao pagamento de indenização ao filho adotivo.

O casal apelou ao TJ/SC, alegando ter interesse em manter os menores como seus filhos, bem como afirmando que nem todas as possibilidades de reinserção familiar das crianças haviam se esgotado, sendo no entanto, o pleito negado.

Decisão – O desembargador relator do processo, Joel Dias Figueira Junior, negou o pedido afirmando que a falta de afetividade comprovada nos autos contra a criança demonstra a prática de ato ilícito pelas ações e omissões do casal.

Concluiu assim o magistrado que, “o prejuízo causado pelo casal desponta já na atitude de terem assumido o pedido de adoção do menino quando desde sempre sabiam que não o queriam. Fizeram-no apenas e tão somente para garantir a realização do seu desejo de ter a adoção da irmã. Agora, pretendem novamente repetir a ação. Ao verificarem que a menina deseja a companhia do irmão, e que, legalmente, a previsão é de manutenção dos vínculos fraternais, mudam completamente todo o discurso feito neste processo e ao longo destes seis anos, para dizer que querem e desejam os dois”.

Assim, o TJ/SC confirmou a sentença de primeiro grau, reformando a mesma no tocante à indenização por danos morais, ponderando que o valor de R$ 80 mil arbitrado na indenização deve ser dividido igualmente entre os dois irmãos, com depósito dos valores em caderneta de poupança vinculada ao juízo, até completarem a maioridade.


Fonte: TJSC



TJSP divulga relatório sobre adoção internacional

O Tribunal de Justiça, por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional do Estado de São Paulo (Cejai-SP), divulgou estudo sobre adoções internacionais realizadas entre os anos de 2004 e 2010.

A adoção internacional é medida excepcional, só efetivada quando esgotadas todas as tentativas de colocação da criança ou adolescente em família substituta no território nacional, com vistas ao bem-estar delas.

Os dados analisados foram colhidos pelo Cadastro Centralizado Estadual da Cejai, a partir da planilha para cadastro de criança/adolescente preenchida pelas varas da infância e da juventude, quando solicita busca de pretendentes.

O relatório revela o total de adotados na capital e interior, idade, sexo, cor da pele, problemas de saúde (física e mental), histórico familiar e pessoal das crianças e adolescentes e país de acolhida dos adotados, individualmente ou em grupo de irmãos.

O estudo apontou que, no mesmo período analisado, os números de adoção nacional superaram em 25 vezes a internacional, o que demonstra a excepcionalidade da medida.

No total, 28.506 crianças e adolescentes adotados continuaram residentes no Brasil, enquanto 1.142 foram adotados por estrangeiros e brasileiros residentes no exterior. Desse número, 471 dos adotados eram originários da comarca da capital e 671 de comarcas do interior e litoral, sendo 619 meninos e 523 meninas.

De acordo com o relatório, o ano que mais teve adoções concretizadas foi 2007, com 198 sentenças. Desde então, esse número decresce a cada ano. O mesmo acontece com os pedidos de adoção internacional.

A pesquisa demonstra que a Itália é o país que mais acolhe os brasileiros adotados. Em 2010 recebeu quase a totalidade das adoções realizadas no Estado de São Paulo - 127 das 135 que estavam disponibilizadas.

Em relação à faixa etária predominante, 463 adoções são de menores entre seis e nove anos, mas grande parte das crianças de menor faixa etária, entre três e cinco anos de idade, foi adotada em grupos de irmãos mais velhos. Os adolescentes, na maioria dos casos, foram adotados junto com irmãos menores. Aproximadamente 50% das crianças adotadas tinham entre 6 e 11 anos de idade.

Outro fator importante identificado é a adoção de grupos de irmãos que aparece de modo muito significativo na adoção internacional, com 938 crianças e adolescentes adotados, representa cerca de 80% das adoções realizadas no período.

Constatou-se também que dos irmãos colocados para adoção a maior parte ficou em uma mesma família, totalizando 634 crianças e adolescentes (67,59%), enquanto um número também significativo de 304 (32,41%) foi adotado com o desmembramento parcial do grupo; ou seja, mantendo-se o compromisso de manutenção dos contatos após a efetivação da adoção e mudança para o país de acolhida.

Segundo o relatório, mais da metade dos adotados são de etnia negra (773), mas quase totalidade dos pretendentes à adoção internacional é de cor de pele branca.


Fonte: TJSP

Quem Somos Nós

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Balneáorio Camboriú, SC., Brazil
O GEAA Anjos da Vida é uma entidade sem fins lucrativos, cuja visão é de apoiar A ADOÇÃO de todas as formas. Procuramos atender aos Pais adotivos, filhos do coração, e famílias extensivas. Nossa maior conquista é ser um dos primeiros grupos de apoio à adoção do Estado, em parceria com o poder judiciário de SC, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ministrar o curso de preparação de postulantes à adoção. Membros da Equipe do GEAA Anjos da Vida: Lenita Novaes: Psicóloga e Coordenadora Geral Indiana Menon: Psicóloga Carolina Voltolini: Psicóloga Noemi Loser: Mestre em Pedagogia Archille Mazzi: Advogada Grasiela Teixeira: Auxiliar Administrativo Deolinda: Assistente Social Juarez Furtado: Médico Pediatra Aline Radloff: Nutricionista Venham nos conhecer!!!