domingo, 24 de julho de 2011

Interessados em adotar rejeitam ''filhos do crack''

Como ocorreu no início da epidemia de aids, o crack já começa a aparecer como um obstáculo a mais na hora de encaminhar uma criança para adoção em São Paulo.

Segundo servidores do Poder Judiciário ouvidos pelo Estado, muitos dos pretendentes cadastrados já põem como condição para aceitar a criança que a mãe não tenha histórico de envolvimento com a droga, que afeta o sistema nervoso central.

Depomento: 'Esse filho não vou entregar, não'

'Algumas mães envolvidas com o crack já estão na segunda gestação de bebês que entregam para adoção e algumas pessoas dizem que não desejam filhos de mulheres que têm esse envolvimento', afirma a assistente social Solange Rolo Silveira, que trabalha na Vara da Infância do Fórum de Santo Amaro, a maior da capital, na zona sul da cidade. O uso da droga é relatado pelo serviço de saúde ao Judiciário, que não pode omitir a informação da família adotiva.

Em alguns casos, dependendo do estágio de dependência química, mães com esse histórico não demonstram muito discernimento e chegam a ser destituídas pelo juiz. Para atendê-las, assistentes sociais e psicólogos das varas da infância seguem à risca recomendações de psiquiatras. 'Marcamos o atendimento para a primeira hora da manhã. Em geral, é quando estão melhores. E, para a ansiedade não aumentar, são atendidas assim que chegam', explica Solange.

Espera. Processos nas varas da infância costumam tramitar rápido, em caráter de urgência, e recém-nascidos saudáveis - independentemente da cor de pele - são adotados em período que varia de um mês a um mês e meio - são os que mais rapidamente deixam a família natural para a substituta. Por outro lado, pretendentes que fazem restrições ou buscam o perfil mais procurado no cadastro de adoção - menina branca saudável - chegam a ficar até quatro anos esperando para adotar a criança.
 
Fonte: Estadao

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Bebê abandonado irá para abrigo e será colocado para adoção

A Justiça vai determinar o que acontecerá com a menina recém-nascida encontrada em um bueiro, no último sábado (16), na Rua Jockey Clube, na zona oeste de Londrina. A criança continua internada no Hospital Universitário, pois foi abandonada ainda com o cordão umbilical, apresentando problemas de respiração, além de escoriações e trauma no crânio.

Apesar de todas as dificuldades, a bebê recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira (18) e está na enfermaria do setor pediátrico. A promotora da Infância e Juventude, Yara Raquel Faleiros, explicou que a menina deve ser encaminhada para um abrigo, assim que sair do hospital. Se não surgir nenhum parente em condições de tomar conta da criança, ela será encaminhada para adoção.

A mãe da menina irá responder a um processo criminal, já iniciado pela Polícia Civil, e perderá a guarda da menina. "Ela provavelmente não tem condições para criar essa criança. É um caso realmente da criança ser tomada dela, porque ela não tem condições de exercer o papel familiar. Essa criança sofreu violência ocasionada pela própria mãe, por isso ela irá para adoção provavelmente", explicou a promotora.

O abandono de menor é considerado uma violação grave dos direitos familiares, pois a mãe seria a pessoa responsável pela segurança da criança, mas a jogou em um bueiro com quase três metros de profundidade. A menina provavelmente só sobreviveu porque foi resgatada pelo manobrista Ozênio Pereira que levava um cavalo para pastar quando ouviu o choro da criança.

Ele e sua mulher mostraram interesse em adotar a criança e chegaram a tentar visitá-la no hospital, levando roupinhas e outros presentes. A promotora Yara Faleiros disse que o desejo dessa família não será atendido, pois existe um cadastro nacional de famílias que esperam por uma adoção e a fila precisa ser respeitada.

A Polícia Civil tem pistas sobre quem seria a mãe do bebê abandonado. Há a suspeita de que a mulher estaria na 35ª semana de gestação e seria usuária de drogas. Ela teria procurado o posto de saúde do Jardim Leonor há 20 dias, mas não voltou na data marcada para continuar o acompanhamento médico. A mãe poderá ser indiciada por tentativa de homicídio ou infaticídio, com pena variável entre 6 e 20 anos.

Fonte: Odiario/londrina

terça-feira, 19 de julho de 2011

VIDEO:ADOÇÃO FAMILIA PARA TODOS

SP: mães deixam 8 bebês por mês à adoção; TJ quer frear abandono

Um levantamento inédito da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) indica que 102 mães entregaram voluntariamente seus filhos recém-nascidos para adoção nos últimos 12 meses, uma média de 1 a cada 3,5 dias.

Como apenas 17% das varas judiciais do Estado responderam à pesquisa, a coordenadoria trabalha com possibilidade de um número maior. O recorte do estudo incluiu apenas casos em que a mãe busca um acolhimento institucional para o bebê, atitude prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e que não constitui crime. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Com a pesquisa, a Coordenadoria pretende evitar o abandono, lançando campanha defendendo o direito de as mulheres encaminharem os filhos à adoção. Por lei, se a mãe manifestar - do pré-natal à maternidade - o desejo de entregar o bebê, o agente de saúde é obrigado a levar a posição ao conhecimento do juiz.

No estudo, são citados como causas para a entrega o desemprego, a pobreza, a falta de apoio familiar ou do pai e dificuldades habitacionais. A ideia do TJ é ajudar na formação de uma política pública para evitar o abandono em locais e vias públicas.

Fonte: Site Terra

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Anônimo Disse

A lei braSileira está corretíssima ao exigir a avaliação psiciológica, pois ela é extremamente necessária para saber não se os pretendentes à adoção são loucos, mas se são capazes de criar e educar uma criança. É uma forma de evitar que crianças sejam adotadas por meníacos, pedófilos, e pessoas desequilibradas como aquela procuradora de justiça que foi presa por espancar a filha adotiva de apenas 2 anos.

A verdade é que os pretensos pais adotivos, em sua maioria, não são loucos para ter em seus braços uma criança independente de cor ou raça. Se esse for o seu caso, parabéns, mas a maioria dos candidatos à adoção ainda pretedem escolher as crianças como produtos em uma prateleira de supermercado, os cadastros de adoção mostram que as crianças disponíveis são em grande parte negras e pardas e em idade por volta dos 10 anos, mas essas crianças crescem nos abrigos, porque as mais procuradas são os bebês brancos.

Pra quem quer adotar:

crianças lindas, maravilhosas, saudáveis, fruto de uma gravidez acompanhada por todos os pré-natais,bebezinha, branquinha, gordinha e de olhinhos azuis estão bem cuidadas por seus pais biológicos.

Pessoas que só querem filhos adotivos que se pareçam com a família adotiva ainda não aceitaram a adoção e pretendem com isso apenas mascará-la, fingir que aquele filho é biológico, ainda que seja para si mesmas.

Quando se trata de filhos biológicos não se pode escolher o sexo, a cor, se tem saúde...e se é dar a amor a uma criança e chamá-la de filha que pretendem, livrem-se desses preconceitos, diminuam as restrições que fizeram para conseguir uma criança e aí sim estarão com seus filhos nos braços muito mais rápido.


Nota: O recado esta dado.....

Quem Somos Nós

Minha foto
Balneáorio Camboriú, SC., Brazil
O GEAA Anjos da Vida é uma entidade sem fins lucrativos, cuja visão é de apoiar A ADOÇÃO de todas as formas. Procuramos atender aos Pais adotivos, filhos do coração, e famílias extensivas. Nossa maior conquista é ser um dos primeiros grupos de apoio à adoção do Estado, em parceria com o poder judiciário de SC, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ministrar o curso de preparação de postulantes à adoção. Membros da Equipe do GEAA Anjos da Vida: Lenita Novaes: Psicóloga e Coordenadora Geral Indiana Menon: Psicóloga Carolina Voltolini: Psicóloga Noemi Loser: Mestre em Pedagogia Archille Mazzi: Advogada Grasiela Teixeira: Auxiliar Administrativo Deolinda: Assistente Social Juarez Furtado: Médico Pediatra Aline Radloff: Nutricionista Venham nos conhecer!!!