quarta-feira, 22 de junho de 2011

Recém-nascida é abandonada em jardim de casa no sudeste do Paraná

Casal encontrou bebê e o levou para o hospital, onde está em observação desde a manhã de domingo

Uma recém-nascida foi abandonada na porta de uma casa no centro do município de Rebouças, no Paraná, na manhã de domingo. Segundo a Polícia Militar, o bebê foi deixado enrolado em um lençol, às 6 horas.

O casal que mora na casa encontrou a criança após ouvir o barulho de uma pedra na janela. A menina foi levada para um hospital da região onde deve ficar em observação nos próximos dias. Ela passa bem. Após a alta, a criança será encaminhada para adoção.

A mãe da recém-nascida não foi localizada. Caso seja encontrada, ela será indiciada por crime de abandono de incapaz.



Fonte: Estadão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Daniela Mercury adota menina de 2 anos

Cantora, que já tem dois filhos, estava na fila da adoção.

Daniela Mercury vai ser mãe de novo. Mas desta vez a cantora optou pela adoção.
A baiana acaba de adotar uma menina de dois anos em um orfanato na Paraíba. Ela ainda estaria interessada em adotar mais uma menina do mesmo abrigo, Daniela já tem dois filhos, Gabriel e Giovanna.

A cantora foi um dos destaques do Carnaval na Bahia neste ano, onde chegou até a virar um quadro vivo ao homenagear artistas plásticos baianos.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

TJ nega adoção direta a casal de Joinville que ficou 6 meses com a criança


A 2ª Câmara de Direito Civil manteve sentença da comarca de Joinville, que negou a adoção de uma criança a casal não inscrito no cadastro de adotantes. O bebê, de um ano e três meses, entregue por intermediação de uma terceira pessoa, permaneceu por seis meses com o casal. O casal ajuizou em 2010 a ação de adoção, com guarda provisória da criança; após a constatação de adoção direta, o pedido foi negado e o menor, levado a abrigo.
Na apelação, os dois alegaram falta de fundamentação e cerceamento de defesa. O relator, desembargador Sérgio Izidoro Heil, observou não ter havido o cerceamento de defesa. Ele interpretou que a prova testemunhal requerida pelo casal não altera o convencimento do juiz, diante da caracterização de adoção direta, sem a inscrição no cadastro de pretendentes à adoção - vedada pelo ordenamento jurídico. Mesmo com a convivência durante seis meses, Heil não reconheceu a formação de laços afetivos entre o casal e o bebê.
Em sua fundamentação, o desembargador citou que, em consulta ao Cuida (Cadastro Único Informatizado de Adoção e Abrigo), da Corregedoria-Geral da Justiça, existem 376 casais cadastrados na comarca de Joinville. "E todos estes, muito provavelmente, convivem com a mesma ansiedade e vontade de adotar uma criança", afirmou Heil, que, diante da ausência do prévio cadastro, entendeu não haver no processo informações seguras sobre as condições morais, materiais e psicológicas dos apelantes, assim como sobre o já mencionado vínculo afetivo. Da decisão, unânime, cabe recurso aos tribunais superiores.

Fonte: TJSC

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Apadrinhamento afetivo: Alternativa à adoção de irmãos

Deputado defende apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção

A sociedade deve se mobilizar para estimular o apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção de crianças e adolescentes que vivem em abrigos, disse nesta segunda-feira o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP). A declaração foi feita na solenidade de lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária.
Apadrinhamento afetivo, o que é
O apadrinhamento afetivo é um programa das varas da Infância e da Juventude por meio do qual meninos e meninas com dificuldade de serem adotados recebem padrinhos e/ou madrinhas, com os quais passam fins de semana, feriados e parte das férias. Dessa forma, constroem uma relação afetiva e uma referência de vida fora do abrigo.
 "Essa é uma grande alternativa, por exemplo, para crianças que têm irmãos. Pela legislação atual, você não pode adotar um irmão sem adotar os outros. Então, essas crianças têm uma dificuldade maior de serem adotadas. Você pode ter o acompanhamento dessas pessoas na entidade, no abrigo que elas estão. Tudo isso para que passem a ter referências", destacou Chalita, um dos idealizadores do colegiado.
De acordo com os integrantes da frente, existem hoje de 27 mil a 80 mil crianças em abrigos do País, mas apenas 4 mil delas constam do Cadastro Nacional de Adoção e estão, por isso, em condições legais de serem adotadas.

Informação
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que os parlamentares também pretendem visitar as diferentes regiões do País, levando informações sobre o processo de adoção, em especial para as mães que não têm condições de criar seus filhos. "Há uma ignorância muito grande no Brasil. É preciso que as mães mais humildes saibam que, se não tiverem condições para criar os filhos, elas podem oferecê-los a uma entidade, não os colocando em risco como acontece quase diariamente hoje. Cada vez mais vemos crianças abandonadas nas lixeiras, nas portas de casas”, sustentou.

Fonte: Radio Camara.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

NOVO VÍDEO DE CAMPANHA CATARINENSE INCENTIVA A ADOÇÃO INTER-RACIAL


Conseguir adotar uma criança pode levar mais de dois anos. Mas há casos em que o processo é mais agilizado, como o de Marli Terezinha e Nélio Teobaldo Osaida. Depois de se inscreverem no cadastro de adoção, em quatro meses estavam com Fernanda em casa. Tudo foi rápido porque o casal, de descendência polonesa e italiana, não impôs obstáculos em relação à cor da pele do bebê. A menina é negra.

A história de Fernanda, 10 anos, recebida por Marli e Nélio quando tinha apenas 10 dias, está no novo filme da campanha Adoção: Laços de Amor, que estreia nesta quinta-feira na mídia catarinense. O vídeo tem o objetivo de mostrar aos pretendentes a importância da adoção inter-racial, já que 80% dos 3.586 interessados da lista de espera preferem meninas brancas de até três anos.

— A experiência nos mostra que o importante é construir uma família com amor incondicional, independente da cor e da crença. Nós passamos na frente de diversos casais, pois poucos estavam dispostos a adotar uma criança negra. Também não colocamos nenhum empecilho quanto à idade — conta Marli.

Como o casal já tinha dois filhos biológicos, Thiago e André, a única exigência era que fosse uma menina. A mãe explica que muitos pais têm medo da adoção inter-racial por receio que a criança sofra preconceitos no futuro, mas ela lembra que Fernanda nunca manifestou problema com a diferença de cor em relação aos parentes. Pelo contrário, é uma criança muito alegre e satisfeita com seus pais e irmãos.

— O que mais gosto neles é o amor e o carinho que eles têm por mim — revela Fernanda.

A campanha Adoção: Laços de Amor, que segue até dezembro, é promovida pela Assembleia Legislativa, Ministério Público de Santa Catarina, Ordem dos Advogados do Brasil e Tribunal de Justiça. A iniciativa visa incentivar a adoção de crianças mais velhas, com deficiências física e mental, negras e com irmãos. Isso porque elas são a maioria dos 1.656 pequenos que vivem nos abrigos do Estado. Segundo a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do TJ, há 222 crianças negras em abrigos estaduais.

Quem Somos Nós

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Balneáorio Camboriú, SC., Brazil
O GEAA Anjos da Vida é uma entidade sem fins lucrativos, cuja visão é de apoiar A ADOÇÃO de todas as formas. Procuramos atender aos Pais adotivos, filhos do coração, e famílias extensivas. Nossa maior conquista é ser um dos primeiros grupos de apoio à adoção do Estado, em parceria com o poder judiciário de SC, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ministrar o curso de preparação de postulantes à adoção. Membros da Equipe do GEAA Anjos da Vida: Lenita Novaes: Psicóloga e Coordenadora Geral Indiana Menon: Psicóloga Carolina Voltolini: Psicóloga Noemi Loser: Mestre em Pedagogia Archille Mazzi: Advogada Grasiela Teixeira: Auxiliar Administrativo Deolinda: Assistente Social Juarez Furtado: Médico Pediatra Aline Radloff: Nutricionista Venham nos conhecer!!!