quinta-feira, 16 de junho de 2011

Apadrinhamento afetivo: Alternativa à adoção de irmãos

Deputado defende apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção

A sociedade deve se mobilizar para estimular o apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção de crianças e adolescentes que vivem em abrigos, disse nesta segunda-feira o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP). A declaração foi feita na solenidade de lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária.
Apadrinhamento afetivo, o que é
O apadrinhamento afetivo é um programa das varas da Infância e da Juventude por meio do qual meninos e meninas com dificuldade de serem adotados recebem padrinhos e/ou madrinhas, com os quais passam fins de semana, feriados e parte das férias. Dessa forma, constroem uma relação afetiva e uma referência de vida fora do abrigo.
 "Essa é uma grande alternativa, por exemplo, para crianças que têm irmãos. Pela legislação atual, você não pode adotar um irmão sem adotar os outros. Então, essas crianças têm uma dificuldade maior de serem adotadas. Você pode ter o acompanhamento dessas pessoas na entidade, no abrigo que elas estão. Tudo isso para que passem a ter referências", destacou Chalita, um dos idealizadores do colegiado.
De acordo com os integrantes da frente, existem hoje de 27 mil a 80 mil crianças em abrigos do País, mas apenas 4 mil delas constam do Cadastro Nacional de Adoção e estão, por isso, em condições legais de serem adotadas.

Informação
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que os parlamentares também pretendem visitar as diferentes regiões do País, levando informações sobre o processo de adoção, em especial para as mães que não têm condições de criar seus filhos. "Há uma ignorância muito grande no Brasil. É preciso que as mães mais humildes saibam que, se não tiverem condições para criar os filhos, elas podem oferecê-los a uma entidade, não os colocando em risco como acontece quase diariamente hoje. Cada vez mais vemos crianças abandonadas nas lixeiras, nas portas de casas”, sustentou.

Fonte: Radio Camara.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

NOVO VÍDEO DE CAMPANHA CATARINENSE INCENTIVA A ADOÇÃO INTER-RACIAL


Conseguir adotar uma criança pode levar mais de dois anos. Mas há casos em que o processo é mais agilizado, como o de Marli Terezinha e Nélio Teobaldo Osaida. Depois de se inscreverem no cadastro de adoção, em quatro meses estavam com Fernanda em casa. Tudo foi rápido porque o casal, de descendência polonesa e italiana, não impôs obstáculos em relação à cor da pele do bebê. A menina é negra.

A história de Fernanda, 10 anos, recebida por Marli e Nélio quando tinha apenas 10 dias, está no novo filme da campanha Adoção: Laços de Amor, que estreia nesta quinta-feira na mídia catarinense. O vídeo tem o objetivo de mostrar aos pretendentes a importância da adoção inter-racial, já que 80% dos 3.586 interessados da lista de espera preferem meninas brancas de até três anos.

— A experiência nos mostra que o importante é construir uma família com amor incondicional, independente da cor e da crença. Nós passamos na frente de diversos casais, pois poucos estavam dispostos a adotar uma criança negra. Também não colocamos nenhum empecilho quanto à idade — conta Marli.

Como o casal já tinha dois filhos biológicos, Thiago e André, a única exigência era que fosse uma menina. A mãe explica que muitos pais têm medo da adoção inter-racial por receio que a criança sofra preconceitos no futuro, mas ela lembra que Fernanda nunca manifestou problema com a diferença de cor em relação aos parentes. Pelo contrário, é uma criança muito alegre e satisfeita com seus pais e irmãos.

— O que mais gosto neles é o amor e o carinho que eles têm por mim — revela Fernanda.

A campanha Adoção: Laços de Amor, que segue até dezembro, é promovida pela Assembleia Legislativa, Ministério Público de Santa Catarina, Ordem dos Advogados do Brasil e Tribunal de Justiça. A iniciativa visa incentivar a adoção de crianças mais velhas, com deficiências física e mental, negras e com irmãos. Isso porque elas são a maioria dos 1.656 pequenos que vivem nos abrigos do Estado. Segundo a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) do TJ, há 222 crianças negras em abrigos estaduais.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

COM MAIS AVENTURA, NOVO KUNG FU PANDA TRATA DO TEMA DA ADOÇÃO




O primeiro filme de Kung Fu Panda mostrou que os losers também podem ser felizes e que, a despeito da descrença geral e das adversidades, são capazes de superar deficiências e chegar a um objetivo.

No caso de Po, o panda protagonista, o desafio é tornar-se um exímio lutador. A sequência deste grande sucesso da animação mundial chega às telonas na próxima sexta-feira (10) e trata de outro assunto também muito delicado entre crianças e adolescentes: a adoção.

O filme faz bom uso da tecnologia e garante uma boa experiência em terceira dimensão nas cenas de mais ação. Kung Fu Panda 2 tem um desenrolar mais do que óbvio em relação à descoberta da adoção, com o entendimento que afeto e carinho são mais importantes do que qualquer coisa.

Fonte: Do NE10.uol


BUSCA E APREENSÃO DE CRIANÇA ADOTADA SEM PASSAR PELO CADASTRO DE ADOÇÃO

A 4ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça manteve decisão da comarca de Joinville, que determinou respeito ao cadastro de pretendentes à adoção, em contraposição à pretensão de casal que havia acolhido uma criança cinco dias após seu nascimento. A câmara determinou, ainda, a imediata busca e apreensão da menina e cassou as demais decisões que davam efeito suspensivo ao apelo para manter a criança com o casal adotante.

Segundo os autos, há aproximadamente 11 meses, a mãe da menina pediu ao casal que cuidasse e adotasse a menor. O casal aceitou, pois estava inscrito no Cadastro Único Informatizado de Adoção e Abrigo (Cuida), da Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ), porém, não era o próximo da lista de adoção.

Inconformados com a decisão em 1º grau, o casal apelou ao TJ. Sustentou que já possui laços de afeto com a criança, bem como sempre manifestou vontade de adotar tanto que está cadastro no Cuida. Disse ainda que não há, nos autos, indícios de que houve acordo entre eles  e os pais biológicos da menor.

Para o relator da matéria, desembargador Eládio Torret Rocha, o sistema Cuida  foi gerado e posto em prática neste Estado, para evitar o comércio de bebês e, ainda, para estimular a prática da adoção a partir de rigorosa e necessária observância à ordem de inscrição do casal interessado, o qual, ao contrário do que ocorria antes, habilita-se em uma comarca e passa a concorrer, como apto à adoção, em relação a todas as outras 111  comarcas existentes em Santa Catarina, e, agora, estendido a todo o País.

Fonte: TJSC

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Cristina Bandeira Franco disse...

"O que dizer de um trabalho tão maravilhoso deste grupo que nos fazem acreditar de que a vida vale a pena, de que sonhar vale a pena e de que ser feliz é possível! Parabéns, à todos que de forma direta ou indireta contribuem para que sonhos de tantas pessoas se tornem realidade."

Comentário:  Cristina é graças a vocês que este trabalho é realizado, PARABENS a você por ser uma defensora desta temática.  

Quem Somos Nós

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Balneáorio Camboriú, SC., Brazil
O GEAA Anjos da Vida é uma entidade sem fins lucrativos, cuja visão é de apoiar A ADOÇÃO de todas as formas. Procuramos atender aos Pais adotivos, filhos do coração, e famílias extensivas. Nossa maior conquista é ser um dos primeiros grupos de apoio à adoção do Estado, em parceria com o poder judiciário de SC, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ministrar o curso de preparação de postulantes à adoção. Membros da Equipe do GEAA Anjos da Vida: Lenita Novaes: Psicóloga e Coordenadora Geral Indiana Menon: Psicóloga Carolina Voltolini: Psicóloga Noemi Loser: Mestre em Pedagogia Archille Mazzi: Advogada Grasiela Teixeira: Auxiliar Administrativo Deolinda: Assistente Social Juarez Furtado: Médico Pediatra Aline Radloff: Nutricionista Venham nos conhecer!!!