quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

VEREADORA ENVOLVIDA COM ADOÇÃO ILEGAL É PRESA.


A vereadora Elisabeth Abreu Rosa, de Encruzilhada, a 611 quilômetros de Salvador, acusada por tráfico de crianças, está presa na delegacia do município..

Ela havia se apresentado no dia 16 de novembro de 2010, no Fórum local, quando passou mal, foi internada e, depois de quatro dias, encaminhada para a unidade policial.

Elisabeth Rosa é acusada de fazer ofertas em dinheiro aos pais em troca de seus filhos pequenos, com a promessa de que as crianças seriam encaminhadas para adoção.

Ao invés disso, a vereadora vendia as crianças para casais brasileiros e estrangeiros. A Comarca de Encruzilhada expediu um mandado de prisão contra Elizabeth por subtração e venda de menores.

Fonte: Tribuna da Bahia / jva-online

        Essa aconteceu agora em 2011. Se essa moda pega, a fila vai andar que é uma beleza!!!!!!!



  


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

CRIANÇAS NEGRAS AINDA SÃO DEIXADAS DE LADO

A luta pela igualdade racial no Brasil tem na adoção uma grande batalha. Apesar do esforço em banir o preconceito no país, os negros ainda sofrem com uma cultura de exclusão. Essa realidade é refletida diretamente nas crianças órfãs, que precisam do aconchego de um lar e muitas vezes não se encaixam no perfil desejado pelos futuros pais. Hoje, quando se comemora o dia da Consciência Negra, o DIARINHO traz à tona essa realidade que, de acordo com especialistas, tem mudado aos poucos, mas demonstra a dificuldade em lidar com as diferenças.

A juíza Sônia Moroso, que foi titular da Vara da Família em Balneário Camboriú e é uma grande defensora da adoção, diz que até há cadastros de pessoas que não têm restrição às características dos pequerruchos, mas a maioria ainda quer um filho com a cor parecida com a da pele dos pais, que na região são na maioria brancos. “Isso está mudando lentamente com a ajuda de grupos de apoio à adoção e a divulgação da imprensa. Estamos difundindo uma nova cultura de adoção”, diz.

Nos últimos anos, os pequerruchos adotados em Balneário, em sua grande maioria, tinham de dois meses a um ano, eram brancos e meninos. A presidente do grupo Anjos da Vida de apoio à adoção, a advogada Cristina Bittencourt, que é negra e foi adotada por pais brancos, não julga a escolha dos futuros pais. “Temos que respeitar o perfil dos pais, mas trabalhar com as diferenças. Não vejo essa escolha como algo errado, mas com o tempo eles descobrem outra forma de dar amor a uma criança diferente”, diz.  Segundo ela, desde que o projeto existe, há três anos, isso tem mudado. No início do trabalho, cerca de 10% dos pedidos de adoção na não exigiam cor de pele específica. Hoje, eles chegam a 30%. Isso é resultado de um trabalho demorado e paciente.

Cristina explica que, com a nova lei de adoção, são exigidos cursos preparatórios para os futuros pais. O grupo faz ainda reuniões terapêuticas mensais para discutir o assunto, e são justamente nesses encontros que os pais começam a abrir as opções e aceitar crianças que saem do padrão inicial.


Preconceito atrapalha

A ideia de fazer uma criança dita diferente parte da família é um processo que ainda encontra barreiras. O historiador José Roberto Severino lembra que geralmente a escolha por crianças com a cor igual a dos pais é uma forma de evitar conflitos, numa sociedade ainda preconceituosa. “Em família acontece o que se passa em sociedade. É uma escolha mais acomodada na prática, mas o esforço de não estabelecer um perfil gera mais diálogo com a diferença. Enriquece a família e a sociedade”, afirma.

O professor Moacir da Costa considera esse preconceito reflexo do estereótipo da televisão brasileira, que coloca o negro sempre em posição inferior. “Quando levantarem a autoestima das pessoas e mostrarem que o negro é bonito, isso vai mudar. Hoje, o Brasil está descobrindo o negro, está sabendo viver com o negro, diferente de gerações anteriores”, diz.


Fonte: Diarinho

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

BRASILEIRO É MAIS EXIGENTE NA HORA DE ADOTAR CRIANÇA

Quase 100% dos casais brasileiros recusam crianças negras, pardas e indígenas


Os brasileiros põem mais obstáculos à adoção de crianças que os estrangeiros que vêm ao País interessados em aumentar a família. Segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), quase 100% dos casais brasileiros recusam crianças negras, pardas e indígenas, enquanto 77% dos estrangeiros são indiferentes à cor da pele.

Filhos de pais portadores do vírus HIV são rejeitados por 48,9% dos casais brasileiros, contra 27,4% dos estrangeiros. Já as crianças geradas por incesto são recusadas por 55% dos brasileiros e 48,5% dos estrangeiros. Ainda no caso dos estrangeiros, embora haja mais rejeição a vítimas de estupro (85% ante 61% dos brasileiros), os maiores porcentuais de recusa se resumem a questões de saúde, como problemas físicos e mentais.

"Os pais que vão para a adoção já tiveram parte de um sonho destruído. E recomeçam suas expectativas do filho ideal, saudável, que vai para a faculdade, se casa e lhes dão netos", explica Halia Pauliv, autora de vários livros sobre a adoção e presidente da ONG Adoção Consciente.

Hoje, o cadastro de interessados em uma adoção é nacional e contabiliza 31 mil casais para 8.014 crianças. "A desproporção se deve ao fato de que a preferência inicial dos casais ainda é adotar menina, recém-nascida e branca", resume o desembargador Antônio Carlos Malheiros, do TJ-SP.



Fonte : As informações são do Jornal da Tarde.

BRASIL TEM 8 MIL CRIANÇAS E ADOLESCENTES À ESPERA DE ADOÇÃO

De acordo com o último balanço do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), realizado pela Corregedoria Nacional de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 7. 949 crianças brasileiras estão aptas a serem adotadas.

Ou seja, se encontram destituídas do poder familiar. Os dados, referentes ao dia 3 de dezembro de 2010, indicam também que há 30.378 pretendentes à adoção, já cadastrados.

São Paulo permanece na liderança como o estado com maior número de pretendentes à adoção: 8.020 para 1.538 crianças e adolescentes cadastradas. Já o Espírito Santo lidera em número de crianças e adolescentes à espera de uma nova família: são 2.194 para 493 candidatos a pais, no estado. Já o Distrito Federal indica uma relação mais equilibrada: são 522 pretendentes para 209 crianças aptas à adoção.

O Cadastro Nacional de Adoção foi criado em abril de 2009 para facilitar as adoções. Por meio desse instrumento, os juízes das varas da infância e da juventude recebem informações unificadas sobre os procedimentos de adoção e podem dar agilidade ao processo de adoção. O Cadastro possibilita ainda a implantação de políticas públicas na área.



Agência CNJ de Notícias

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ADOÇÃO À BRASILEIRA: UMA AMOSTRA DOS RISCOS

Artigo publicado na Gazeta do Povo/ PR, traz o relato de um caso em que há uma intermediação entre os pretendentes em adotar e a mãe biológica, que no final da estória se arrependeu e chamou a polícia para recuperar suas filhas:

Se você vem pesquisando há algum tempo sobre adoção, já deve ter lido muitas e muitas vezes sobre o risco de uma Adoção Consensual ou à Brasileira. Nesse relato, trata-se de adoção à Brasileira porque o casal que iria ficar com as meninas não procurou o Fórum nem mesmo para se habilitar, alegando que é um processo muito demorado e burocrático.

Eles ajudaram a mãe biológica com móveis e custos de exames e medicamentos durante os 03 meses restantes da gravidez, que foi quando a conheceram. O que sempre é orientado nesses casos, não ajudar financeiramente e nem materialmente, se você se sente penalizado com a situação, oriente e encaminhe para os órgãos competentes, às organizações assistenciais, mas evite entregar qualquer ajuda diretamente, por quê?

O casal em questão, foi acusado de tentar comprar as crianças. E até você conseguir provar o contrário, já estará com um enorme dor de cabeça.

Por sorte o delegado que cuida do caso não entendeu que houve crime e nem a tentativa de compra, mas o promotor já afirmou que para todos os casais que usam essa forma de burlar a fila de adoção, sempre acabam perdendo as crianças. Ou seja, não vale a pena o risco.



Fonte:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=907649
Post original do Blog Adoção > Veja este e outros post's acesse:
http://adotante.blogspot.com/2009/07/adocao-brasileira-uma-amostra-dos.html

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Balneáorio Camboriú, SC., Brazil
O GEAA Anjos da Vida é uma entidade sem fins lucrativos, cuja visão é de apoiar A ADOÇÃO de todas as formas. Procuramos atender aos Pais adotivos, filhos do coração, e famílias extensivas. Nossa maior conquista é ser um dos primeiros grupos de apoio à adoção do Estado, em parceria com o poder judiciário de SC, e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ministrar o curso de preparação de postulantes à adoção. Membros da Equipe do GEAA Anjos da Vida: Lenita Novaes: Psicóloga e Coordenadora Geral Indiana Menon: Psicóloga Carolina Voltolini: Psicóloga Noemi Loser: Mestre em Pedagogia Archille Mazzi: Advogada Grasiela Teixeira: Auxiliar Administrativo Deolinda: Assistente Social Juarez Furtado: Médico Pediatra Aline Radloff: Nutricionista Venham nos conhecer!!!